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| Manual | |||||||||||||||||||||
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Especificação dos Casos quanto às Categorias A escolha dos casos a serem apresentados deverá seguir os seguintes critérios: 1
- Maloclusão Classe II ou III de Angle, tratada sem extração
e com controle de crescimento; Observações: a)
- Nas categorias de 2 a 10, os casos podem ter sido tratados com ou sem
controle de crescimento; A - Início do tratamento - preto |
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Documentação Necessária 3.1 Modelos A documentação dos casos apresentados deve ser de qualidade e incluir modelos, radiografias e fotografias. A documentação pós-tratamento dos casos pode ser obtida até 1 ano após a remoção do aparelho. Em
toda documentação os nomes dos candidatos devem estar rigorosamente
encobertos com tarjas em preto ou branco, devendo constar somente o Código
de Identificação do candidato (CI). Exames e dados complementares (tais como radiografias adicionais, medidas cefalométricas) podem ser apresentados, se o candidato entender que são necessários para melhor compreensão dos casos. 3.1 Modelos As moldagens devem copiar fielmente as arcadas dentárias e a região do vestíbulo, de forma a se obter reprodução precisa da maloclusão. Os modelos devem ser recortados em MIH, conforme orientação da figura 4 . O ajuste ou escultura na porção anatômica (dentes e vestíbulo) dos modelos deve se limitar à eliminação de bolhas ou defeitos. A alteração da anatomia dos dentes é considerada falsificação da documentação, o que ocasionará automaticamente a reprovação desse caso. Aparelhos de contenção fixa podem estar presentes em modelos finais e pós-tratamento. Os modelos devem ser polidos de modo que os detalhes dos tecidos sejam preservados. As etiquetas para identificação devem ser padronizadas. Recomendamos etiqueta Pimaco, modelo 6089, papel tipo Carta p/ 60 etiquetas c/ 4 colunas (exemplo de aplicação). Exemplo da etiqueta. No preparo de modelos, naqueles casos em que não houver possibilidade de manter a altura e/ou os ângulos recomendados, deve ser usado bom senso considerando-se simetria, proporção e estética. As medidas intercaninos e intermolares referem-se aos modelos superiores e inferiores. As medidas intermolares correspondem à largura entre os primeiros molares. Essas distâncias devem ser mensuradas considerando-se respectivamente, medida entre as pontas das cúspides dos caninos e entre as pontas das cúspides mésio-vestibulares dos molares direito e esquerdo. 3.2 Radiografias 3.2.1
Panorâmica ou periapicais 3.2.2
Cefalométricas 3.2.2.1
Traçados Cefalométricos (figura 5) A identificação dos traçados cefalométricos deverá seguir a orientação de identificação mencionada no item 3.2.2. As linhas e medidas registradas nos traçados das diferentes fases deverão ser na cor preta. O candidato deve estar familiarizado com todos os aspectos das radiografias cefalométricas, traçados e medidas, incluindo seus respectivos significados. Os traçados devem ser separados das telerradiografias e também colocados nos plásticos que estão dentro das pastas. 3.2.2.2
Sobreposições cefalométricas As três sobreposições devem ser traçadas manualmente pelo candidato com caneta ou lápis. As sobreposições separadas com traçados intermediários A-A1 (início - intermediário), A1-B (intermediário - final) e A-B (início-final) são necessárias nos casos de tratamento em duas fases. Nos casos com 2 anos pós-tratamento deverão apresentar A-B-C (início - final - 2 anos pós-tratamento). As sobreposições devem ser colocadas em envelopes separados, sobre papel branco, sem serem afixadas. 3.3 Fotografias 3.3.1
Faciais As fotografias faciais de frente e perfil devem estar orientadas com o plano horizontal de Frankfort paralelo ao solo e tiradas com os lábios em repouso, retratando a real situação do relacionamento labial do paciente (figura 6). Fotografias complementares podem ser incluídas, mas glamorosas são dispensáveis (figura 7). As fotografias podem ser impressas em preto e branco ou em cores, visando enquadramento mais adequado possível, utilizando-se o layout paisagem. Essas fotografias devem ser impressas em papel de qualidade fotográfica em orientação paisagem. Elas devem estar o mais próximo possível de ¼ do tamanho real, do topo da cabeça à parte inferior do queixo. Pode-se determinar se uma fotografia está a ¼ do tamanho original, medindo-se a distância vertical do paciente da linha do cabelo até a borda inferior do queixo. Se, por exemplo, a distância for 20cm, a dimensão na fotografia deve ser 5cm ou ¼ do tamanho real. É importante ressaltar, ainda, alguns aspectos na obtenção das fotografias faciais, tais como: o fundo deve ser neutro; a iluminação de boa qualidade para revelar contornos faciais sem sombras; as orelhas devem estar expostas, visando orientação facial; os olhos abertos e direcionados para frente; óculos e outros acessórios devem ser retirados.
3.3.2
Intra-Orais É importante observar, ainda, alguns aspectos na obtenção das fotografias intra-orais como: dentição limpa, livre de placa bacteriana, sangramento ou saliva; utilizar retratores de lábios; a iluminação deve mostrar os contornos anatômicos com mínima quantidade de sombra; padronização das cores; evitar interferências visuais (retratores de lábios, rótulos e dedos). Se as imagens das fotografias faciais e intra-orais forem geradas no computador, devem ter alta resolução de cor e nitidez, e revelar com precisão os tecidos moles e duros. Os candidatos devem ter em mente que toda a documentação apresenta valor legal inerente, não podendo ser alterada. Para maloclusões com desarmonias esqueléticas acentuadas, com indicação de tratamento ortodôntico associado à cirurgia ortognática, a documentação pré-operatória imediata será necessária. Veja outros exemplos de fotos. |
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Normas para Apresentação As pastas serão fornecidas pela BBO. A documentação de cada paciente deve estar acondicionada numa pasta contendo plásticos transparentes e montada, rigorosamente, na seguinte ordem: a)
Página inicial - identificação do caso de acordo
com a categoria e informações sumárias quanto ao
diagnóstico e tratamento; |
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Conceitos De acordo com a avaliação, o conceito do candidato será: a)
Aprovado, Aprovado - para o candidato que obteve resultado satisfatório nas fases A e B. Incompleto - para o candidato que não obteve resultado satisfatório nas fases A ou B Nesse caso, terá que repetir a fase em que foi reprovado ou será convidado a apresentar casos adicionais. Os critérios específicos para essas situações dependerão do desempenho do candidato no exame e serão determinados pela comissão examinadora. O candidato que exceder cinco anos para o re-exame ou obtiver conceito "Incompleto" após duas tentativas, deverá fazer a inscrição novamente e repetir todo o processo de certificação. Reprovado - para o candidato que não obteve resultado satisfatório nas duas fases. Ao ser aprovado, o candidato receberá o título de Diplomado pelo Board Brasileiro de Ortodontia e Ortopedia Facial. |
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